Flor do Dia Das Mães – Deu certo!

12 05 2010

Em um dos cartões para o Dia das Mães, optei por montar um flor em colorset em cores variadas. O miolo da flor, foi um hexágono – creio eu – cujas pétalas ficaram dobradas. No centro desse hexágono coloquei a passagem de Lucas 1, 30-31.
A proposta foi que as crianças entregassem à mãe o cartãozinho no Dia das Mães (último domingo, 10/05/2010). Então, a mãe colocasse o cartão em uma prato com água. O cartãozinho ficaria ali até que todas as pétalas se abrissem e a mãe pudesse ler com a criança o versículo que ali estava. Então mãe e filho abririam a Bíblia e partilhariam a seguinte Palavra:

“O anjo lhe disse: ‘Não temas, Maria, pois encontrasse graça diante de Deus. Eis que conceberáse darás a luz a um filho e lhe porás o nome de Jesus.”

Vejam a foto acima do cartãozinho. Quem quiser o modelo da flor interior eu tenho.

Paz e bem!

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Essa e a minha Igreja

28 04 2010

Una, trina, apostólica e universal. Nessa ordem, não precisamos de mais nada. A busca pessoal, os encontros com Jesus que a Igreja Católica oferece ao seu povo está acima de acusações, julgamentos. Somos a Igreja Universal Catolica Una Apostolica Romana.
Padre José Fernandes de Oliveira, SCJ fala lindamente da Mística de Kênosis: o Cristo que desce para salvar vidas e resgatar cada cristão, colocando-o nos ombros e mostrando a sua cruz. Esse artigo é respaldado por Padre José Fernandes, SCJ com as passagens: Jo 3, 13; Fl 2,8 e Gl 3,13. Leiam essas passagens e assistam os vídeos.

Irmão, que teologia da prosperidade que nada…Felizes aqueles que passam pela cruz de Jesus e nela depositam todos os sofrimentos, medos, receios.





Esse vídeo trará linda reflexão.

28 04 2010

Católico, esperamos você em sua casa!





Frei Gastão em: o bom pastor e as ovelhas tosquiadas

28 04 2010

Texto: Geórgia Freitas
Ilustração: Ewerton Oliveira

Frei Gastão vivia na Igreja São Francisco de Assis, alegre e sorridente com as suas crianças da catequese. Um belo dia, passeando pelos campos em redor da igrejinha, viu algumas crianças tosquiando as ovelhas dos pastores da comunidade às escondidas. Tosquiavam e riam, riam e tosquiavam.
Inconformado com essa atitude das crianças da catequese aproximou-se delas sem que fosse percebido. Antes que ele abordasse as crianças, chegou o pastor das ovelhas que estavam sendo tosquiadas e correu atrás dos meninos com uma vara e gritando:

– Seus moleques! Não sabem que as ovelhas da minha estância são o único bem que tenho? – gritava em desespero o pastor

E riam-se os meninos da reação do dono das ovelhas.
Depois de tosquiadas, as ovelhas dariam lã novamente depois de seis meses. O pastor pegou-as no colo e as levou à estrebaria.
Frei Gastão, inconformado com a peraltice, lamentava-se pelo pastor a má sorte. Detrás da macieira via as crianças bolando as próximas travessuras. E tinha que lhes dar uma severa lição.
No dia seguinte, Frei Gastão chegou à catequese. Via lindas crianças na Igreja de São Francisco. Acolheu-as com muito amor, dando-lhes afagos. E avistou os tosquiadores de ovelhas alheias.
Mas Frei Gastão deu a sua aula normal. Conversou com as crianças que não podíamos atentar ao bem alheio. O que Deus nos dava, cuidávamos com amor. O que era do irmão, o irmão cuidava e fazia a parte dele.

– Mas, Frei Gastão, e se fizermos uma brincadeira com nossos amigos? – Perguntou um dos meninos tosquiadores.
– Se for uma brincadeira que cause o bem, você ouve o Bom Pastor. Se for uma brincadeira que cause mágoa e dor, você está ouvindo um mau pastor.

E os dois meninos caíram no choro. Frei Gastão, vendo o arrependimento das duas crianças leu com voz amável e atenciosa o Evangelho do Bom Pastor:

“As minhas ovelhas escutam a minha voz, eu as conheço e elas me seguem. Eu lhes dou a vida eterna. Por isso, elas nunca se perderão e ninguém vai arrancá-las da minha mão. Meu Pai, que me deu as ovelhas, é maior do que todos. E ninguém pode arrancá-las da mão do Pai. Eu e o Pai somos um”.

E os meninos ficaram pensativos. E o Frei Gastão continuou:

– Para outras crianças vocês não foram exemplos de um bom pastor. Pois arrancaram da mão de um outro pastor o que não era vosso.
– Sim, Frei Gastão. Queremos pedir desculpas. – disse o primeiro menino.
– Fomos maus exemplos para outras crianças e fizemos o pastor ficar magoado conosco e preocupado com a venda da lã – disse o segundo menino.
– Então, arrependidos do que fizeram, vamos até o pastor.

Os meninos arregalaram os olhos com medo de uma bela surra de vara. Frei Gastão, sentindo na pele o suor frio dos dois, insistiu na visita.
Chegando à estância do pastor, Frei Gastão lhe disse à porta:

– Olá, irmão. Nossos amigos da catequese têm algo a lhe dizer.
– Queremos pedir desculpas pela nossa atitude imatura.
– Sabemos que trouxemos prejuízo ao senhor.

O pastor olhou de início ressabiado. E respondeu-lhes:
– Desculpados! Eu já tive a idade de você e aprendi que as travessuras nem sempre são o caminho certo para ser uma boa pessoa. A lã eu vendi no mercado e tive de esperar para as ovelhas produzirem mais. Mas pude comprar ovelhas novas. Então o prejuízo não foi tão grande.

Diante da expressão de alívio das crianças, o pastor continuou:

– Vocês, como bons tosquiadores que são, poderão continuar me ajudando. No tempo de tosquiar as ovelhas, chamarei vocês para me auxiliarem com a tosca. O que acham?

Os meninos vibraram de alegria. E o Frei Gastão, contemplando a cena, exaltou o pastor, dizendo:

– Realmente você é um Bom Pastor!





Jesus nos ensina a graça da partilha

27 04 2010

João alerta Jesus a respeito da ação de um homem que expulsava demônios em Seu santo nome. Em resposta, o Mestre elucida: “Não o proibais, pois ninguém faz milagre em meu nome para depois falar mal de mim.” (Mc 9,38-43)
Com essas palavras direcionadas ao seu discípulo, Jesus exorta-os à importância de partilhar os dons na comunidade. Nossos bens concedidos em Seu nome não são individuais e exclusivos na caminhada solitária e interior do cristão. A partilha do que acumulamos de melhor em nossa caminhada interior é o movimento que nos faz verdadeiros discípulos e peregrinos: anunciar a palavra em comunidade. Ide e anuncia!
Acumular os frutos da vivência solitária pouco engrandece nossos passos e pouco frutifica o nosso tesouro celeste. Juntos vivamos a fé de proclamar o bem maior, partilhando com nossos irmãos as riquezas espirituais que coletamos em nosso dia-a-dia. Eis a riqueza que levamos para a vida eterna: a partilha do bem espiritual, o qual há de ser multiplicado como o verdadeiro sinal da vida.
A vivência em comunidade tem os seus tropeços. Superáveis e engrandecedores quando a Palavra é o anúncio da Verdade. Portanto, irmãos, vivamos o que há de mais magnânimo em nossa caminhada: partilhar o que nunca será divido. Dividir o que jamais será extinto: os nossos dons!
Que nosso coração propulsione a partilha do bem em nossa família, em nossa comunidade, em nossa igreja, ainda que o alimento em nosso cesto espiritual seja escasso. Este há de ser sempre renovado e reabastecido em prol do Bem Maior!





Onde é o Alto?

12 04 2010

O Evangelho de Jo 3, 1-8, nos mostra um Jesus Ressurreto. Nicodemos, um fariseu que olhava para Jesus com o semblante esperançoso, saía à noite para encontrar Jesus às escondidas. Afinal, um fariseu não creria em Jesus ressurreto. Os fariseus não deram o crédito à blasfêmia de Jesus quando pregava à multidão. Agora, após a cruz, um fariseu não poderia ver o seu Rabi.
Nicodemos sai às escuras. Um fariseu reconhecia o seu Rabi quando realmente este poderia ser um mestre a lhe ensinar a Lei. O fariseu era um homem que aplicava e guardava a Lei dos Antigos. Quando Jesus pregava, realizava milagres, os fariseus estavam presentes a todo momento contestando as suas ações. Nicodemos, quando encontra com Jesus após acruz pergunta-lhe: “Rabi, sabemos que vieste como mestre da parte de Deus, pois ninguém é capaz de fazer o sinal que tu fazes, se Deus não está com ele”A pergunta de Nicodemos busca algo de Jesus. Nicodemos vê Jesus, sente a sua presença e com essa argüição que apenas uma confirmação da presença de Deus nas coisas que Jesus realiza. Jesus responde-lhe: “Em verdade te digo, se alguém não nascer do alto, não poderá ver o Reino de Deus
Nascer do alto. Buscamos o que é do alto. Mas onde é o alto?
O alto é o localda realeza trinitária. É onde temos Deus Pai, Deus Filho e Deus Espirito Santo. É onde a realização da Santíssima Tridade, faz, refaz e perfaz as coisas de Deus na Terra. Céu e Terra. Alto e baixo. Estamos no baixo? Sim. Nascer do alto é abrir-se para as possíveis realizações da Santíssima Trindade em nós. Sou convicta dessa Verdade.





Triste semana: é tempo de refletir as tragédias

10 04 2010

Em uma semana cinza na cidade de Niterói, dormi ontem com a seguinte reflexão: calvários são locais de sofrimento e dor e zombaria e risada. Jesus estava em cada vida soterrada. Os romanos em cada político e autoridade que por lá passavam. O bom ladrão pedia perdão, o mal desafiava. Como o Evangelho flui e se atualiza em uma sociedade que brinca de cabra-cega com os desfavorecidos.
Calvário… Niterói está repleto de calvários onde o sangue não pára de correr em forma de clareiras. As terras deslizam pois gestavam um ser morto. Gestavam o que não fora cuidado por anos. Gestavam a esterilidade. Niterói morreu com a sua população nesta triste semana de abril/2010.
E os políticos usando o parlatório para apontar as lanças aos crucificados. Jesus…

Há culpados? Não estamos aqui para apontar culpados. Estamos aqui para chorar pelas vidas que se foram, acreditar que elas serão mártir de mais uma tragédia que se abateu severamente sobre a terra.

Chocante são os depoimentos que leio de uma certa cronista. Diz-se cronista.

A natureza tem mostrado a sua força pela nossa falta de fé. Vamos positivizar as energias a cada manhã. Bom dia a todos! Vou meditar. Bjs